domingo, 15 de fevereiro de 2009
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Eu nem pertencia a ele. Eu sabia disso, não claramente, não obviamente porque parte do meu corpo gostaria de acreditar do contrario, não existia nenhum motivo pra eu acreditar na parte otimista da historia, eu simplesmente queria acreditar. E eu nem lembrava direito dele, sua voz não ecoava na minha cabeça fazia um bom tempo, não conseguia me lembrar. Apesar de eu não ouvir só há uns dois meses. Era um fato. Cheiro era algo perceptível, volta e meio o sentia. Apesar de eu achar que o amor era algo poderoso em todos os aspectos, e que derrubava tão abruptamente que não desejava senti-lo, talvez eu não sentisse. Talvez eu ainda tivesse procurando algo que nem eu soubesse. Eu só queria saber ou melhor entender como ou quantas vezes um coração podia se dilacerar e continuar batendo, de uma forma fora do normal. Claro, as coisas nunca foram normais.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
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A sensação cracia de uma demolição total interna. O chão que antes fazia tanto sentido acaba-se assim por não fazer mais. Os conceitos básicos, as bases sumiram. O pensamento voa longe e ao mesmo tempo não sai do chão. Dizem por aí, que o esquecimento é o que nos traz sabedoria, o que nos faz aprender. Mas eu me recuso a esquecer, os tempos passados tão presentes. A situação virou tão estaparfurdia que os meus sentimentos se misturaram tanto, até o ponto de não der para separa-los. Fico aqui a pensar se as vezes as nossas vivencias não são um acumulo de mentiras, tão bem armadas, fiapo por fiapo, que não a percebemos. Não consigo encarar, superar o fato em questão, é preciso esquecer. Eu sei. Mas as vezes estamos tão ligados naquela situação confortavel, na imagem de segurança que aquilo nos tráz que simplesmente não podemos deixa-la pra trás, não conseguimos, requer muito esforço, por mais que a situação já deixou clara, bem clara, que é o fim. Não dá. Lágrimas já não são propicias, não se deixam cair. Secaram. A decepção é o que mais me atormenta, a decepção comigo, contigo e com quem mais for. A vontade continua de deitar e dormir por um bom tempo, é o que mais fica perto de mim por agora. Esquecer é tão díficil. Não estou dizendo que quero voltar pra aquela situação tão confortavel mas também tão arrasadora, que só te faz sofrer. Talvez eu não quisesse ouvir aquelas palavras que demoliram, aquilo que já estava por um fio, a esperança. Cada um escolhe o tanto de verdade que pode suportar, eu sei, mas as vezes a verdade dói, de uma maneira incontestavel. Coisas mudam, pessoas mudam, sentimentos se transformam, e aquilo que era bonito se quebra rápido demais. O doce se torna o amargo e assim começo acreditar que estou me libertando. Saudades vai deixar, mas melhor a saudade agora do que o arrependimento depois. Paro até para pensar oque eu quero agora, me dei a esse luxo, ve se pode? Acho que cansei de sofrer e resolvi que o que quero pra mim é algo muito além disso, eu sei que posso mais. É díficil depois de anos de prática de auto torturamento com garotos inconsequentes que a única coisa que sabem fazer é isso, não ouvir, não tentar melhorar, é isso ou não é. Não importa o quanto magoe. Mas agora a ficha ta caindo, graças a deus. Me dei ao luxo de achar que posso ser feliz, sem essas peculiaridades de cada garoto que passa pela minha vida. Não preciso me perder pra me achar e sim me aproximar de mim, para me achar. Consigo perceber claramente agora, que eu preciso de um HOMEM e não de uma CRIANÇA que se acha o máximo.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
hmm
- Acorde Lise. disse sua mãe, abrindo a janela.
Lise olhou para cima e viu o céu, que estava azul, azul límpido, bebê, com poucas nuvens mas, que pareciam algodões doces, com suas formas e tamanhos, dava vontade de comer. Que dia magnífico pensou, vai ser bom! Isso seria se quando sentasse em sua cama, não viesse um balde de água fria por cima dela. Olhou para o relógio, marcava oito e quinze. Oito e quinze, e a aula? será que me deixaram faltar ou simplesmente esqueceram? mas o som da voz de sua mãe, estava meio apavorada, meio chorona para ser algo do tipo, de repente percebeu a mala em cima de sua escrivaninha.. que diab.. é isso? é março! A menina congelou, algo aconteceu, algo aconteceu. Era só isso que a cabeça dela conseguia pensar.
- Mamãe?
- Sim Lise ?
- O que é tudo isso? malas? horas? e essa cara de choro? mamãe oque houve?
- Lise, voce.. precisa.. se arrumar.. rápido. Uma pausa, uma respiração pesada, uma lágrima caindo, era assim que se encontrava a senhora Vitória. - Vamos viajar.. temos que ir.. a um enterro.
- Enterro mamãe? como assim?
Nesse momento, lise já estava lacrimejando, esperando não ser o que passou pela sua mente. Por favor, diga que não é isso mamãe, diga vamos.
- Querida.. não sei.. como te falar isso.. aconteceu ontem a noite.. por volta da uma da manhã.. seu vô faleceu. E Vitória abraçou-a, forte, derramando lágrimas e mais lágrimas. - Por favor minha filha, ande depressa, vamos viajar. E saiu do quarto.
Não podia acreditar no que ouvira, como isso aconteceu? como? as lágrimas ia rolando e seu estado de choque ia aumentando, não, não aconteceu. Se negava a acreditar, ah vovô! você não fez isso comigo, e nossos dias andando pelas ruas como você queria? afinal era pra isso que não querias a cadeira de rodas? Lembrou-se, do dia que o visitara no hospital que ele falou: Você esta cada dia mais linda Lise! ah, e agora? como pudera ter a abandonado assim? Mas ele sabia. Ele sabia.
Não demorou muito estava no carro, indo para o enterro, quando pisou para fora, já era noitinha fazia frio, batia vento, limpando o rosto macio dela. Talvez seja vovô, pensou. Passou a noite a velar, andando, sentada no banco da praça, perplexa, chegou perto do corpo, não pôde acreditar! não pôde, pensava só em vovô, acorde, eu estou aqui, eu estou aqui! te perdôo por essa brincandeira sem graça, mas acorde, se mexa, por favor, só por um instante, só pra me mostrar que você tá aqui. E as lágrimas rolavam, sua cabeça latejava e seu estômago ficou cada vez mais embrulhado. Ele estava tão lindo e tão perfeitamente colocado naquele terno azul! Só faltava abrir os olhos, certamente combinaria com o seu terno, pensava. Ah, aqueles olhos azuis, tão visivelmente amigáveis e feliz quando ela chegava por perto, aqueles olhos tão profundos de tantos anos vividos! Nunca mais iria vê-los. Ande vovô, acorde. Por favor. Mamãe a levou para se deitar um pouco, relutou, ficou pensando na visão do seu herói, das vezes que o visitara e ele comprava chocolates, pastéis, coca-cola, sempre querendo agradar. E acabou adormecendo com suas idéias e seus sonhos. Acordou em duas horas, foi correndo para sala vê-lo, e ele ainda estava lá. Imóvel. Foi até perto dele e falou no seu ouvido: - Não se preocupe vovô, não vou deixar te fecharem, eu sei que você vai acordar. Quando foram fechar o caixão a menina se agarrou no corpo, agora já não tão quente, segurou sua mão, as lágrimas iam caindo, e falava baixinho: - vovô acorde, por favor, vamos, quero ver seus olhos alegres, só mais uma vez, por favor vovô. E nada, nem um movimento, nada. Chegou baixinho do ouvido dele e falou: - Prometo que vou andar por onde você quiser vovô, e imploro pra vovó não brigar contigo, por essa travessurinha, ande vovô acorde. Eu te amo, você sabe disso, não sabe? Mesmo assim, não aconteceu nada, além de um vento mais forte, será um sinal? a menina não conseguia parar de chorar, e começou a ficar alto, não podia acreditar. Simplesmente não podia. Então foram levando para enterrar, e ela pensava: - Vai ser uma reviravolta, ele vai acordar de ultima hora, tenho certeza disso. E então ficou esperando e nada, nem um sinal, ele não acordou. Nunca acordaria, dormiria para sempre e ela percebeu isso no momento em que estava vendo o coveiro jogar terra em cima, o desespero a bateu, mas uma voz de leve disse a ela: - Ele nunca irá embora Lise, estará sempre contigo, por perto te velando. Acredite nisso. Com certeza ele estaria, ela pensou. Ela nunca o deixaria ir.
Lise olhou para cima e viu o céu, que estava azul, azul límpido, bebê, com poucas nuvens mas, que pareciam algodões doces, com suas formas e tamanhos, dava vontade de comer. Que dia magnífico pensou, vai ser bom! Isso seria se quando sentasse em sua cama, não viesse um balde de água fria por cima dela. Olhou para o relógio, marcava oito e quinze. Oito e quinze, e a aula? será que me deixaram faltar ou simplesmente esqueceram? mas o som da voz de sua mãe, estava meio apavorada, meio chorona para ser algo do tipo, de repente percebeu a mala em cima de sua escrivaninha.. que diab.. é isso? é março! A menina congelou, algo aconteceu, algo aconteceu. Era só isso que a cabeça dela conseguia pensar.
- Mamãe?
- Sim Lise ?
- O que é tudo isso? malas? horas? e essa cara de choro? mamãe oque houve?
- Lise, voce.. precisa.. se arrumar.. rápido. Uma pausa, uma respiração pesada, uma lágrima caindo, era assim que se encontrava a senhora Vitória. - Vamos viajar.. temos que ir.. a um enterro.
- Enterro mamãe? como assim?
Nesse momento, lise já estava lacrimejando, esperando não ser o que passou pela sua mente. Por favor, diga que não é isso mamãe, diga vamos.
- Querida.. não sei.. como te falar isso.. aconteceu ontem a noite.. por volta da uma da manhã.. seu vô faleceu. E Vitória abraçou-a, forte, derramando lágrimas e mais lágrimas. - Por favor minha filha, ande depressa, vamos viajar. E saiu do quarto.
Não podia acreditar no que ouvira, como isso aconteceu? como? as lágrimas ia rolando e seu estado de choque ia aumentando, não, não aconteceu. Se negava a acreditar, ah vovô! você não fez isso comigo, e nossos dias andando pelas ruas como você queria? afinal era pra isso que não querias a cadeira de rodas? Lembrou-se, do dia que o visitara no hospital que ele falou: Você esta cada dia mais linda Lise! ah, e agora? como pudera ter a abandonado assim? Mas ele sabia. Ele sabia.
Não demorou muito estava no carro, indo para o enterro, quando pisou para fora, já era noitinha fazia frio, batia vento, limpando o rosto macio dela. Talvez seja vovô, pensou. Passou a noite a velar, andando, sentada no banco da praça, perplexa, chegou perto do corpo, não pôde acreditar! não pôde, pensava só em vovô, acorde, eu estou aqui, eu estou aqui! te perdôo por essa brincandeira sem graça, mas acorde, se mexa, por favor, só por um instante, só pra me mostrar que você tá aqui. E as lágrimas rolavam, sua cabeça latejava e seu estômago ficou cada vez mais embrulhado. Ele estava tão lindo e tão perfeitamente colocado naquele terno azul! Só faltava abrir os olhos, certamente combinaria com o seu terno, pensava. Ah, aqueles olhos azuis, tão visivelmente amigáveis e feliz quando ela chegava por perto, aqueles olhos tão profundos de tantos anos vividos! Nunca mais iria vê-los. Ande vovô, acorde. Por favor. Mamãe a levou para se deitar um pouco, relutou, ficou pensando na visão do seu herói, das vezes que o visitara e ele comprava chocolates, pastéis, coca-cola, sempre querendo agradar. E acabou adormecendo com suas idéias e seus sonhos. Acordou em duas horas, foi correndo para sala vê-lo, e ele ainda estava lá. Imóvel. Foi até perto dele e falou no seu ouvido: - Não se preocupe vovô, não vou deixar te fecharem, eu sei que você vai acordar. Quando foram fechar o caixão a menina se agarrou no corpo, agora já não tão quente, segurou sua mão, as lágrimas iam caindo, e falava baixinho: - vovô acorde, por favor, vamos, quero ver seus olhos alegres, só mais uma vez, por favor vovô. E nada, nem um movimento, nada. Chegou baixinho do ouvido dele e falou: - Prometo que vou andar por onde você quiser vovô, e imploro pra vovó não brigar contigo, por essa travessurinha, ande vovô acorde. Eu te amo, você sabe disso, não sabe? Mesmo assim, não aconteceu nada, além de um vento mais forte, será um sinal? a menina não conseguia parar de chorar, e começou a ficar alto, não podia acreditar. Simplesmente não podia. Então foram levando para enterrar, e ela pensava: - Vai ser uma reviravolta, ele vai acordar de ultima hora, tenho certeza disso. E então ficou esperando e nada, nem um sinal, ele não acordou. Nunca acordaria, dormiria para sempre e ela percebeu isso no momento em que estava vendo o coveiro jogar terra em cima, o desespero a bateu, mas uma voz de leve disse a ela: - Ele nunca irá embora Lise, estará sempre contigo, por perto te velando. Acredite nisso. Com certeza ele estaria, ela pensou. Ela nunca o deixaria ir.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
verão
Era verão, dias quentes, transbordando paixão. Finzinho de tarde a beira-mar, uma brisa leve, refrescando-o. E lá estava, sentado, pensando em como sua vida mudará em tão pouco tempo. Quando observara uma menina, magra, cabelos lisos, morena, de olhos tão penetrantes e tão verdes que seria quase incompreensivel se ele não se lembrasse dela. A sua menina. De algum tempo atrás, mas que fora sua. Vindo com todo aquele charme encatador, sem nem saber oque causava nas pessoas. Seu sorvete, derrentendo, e seu riso de menininha de quatro anos. Com certeza era ela. Ela. Então sua cabeça começa com seus devaneios, com lembranças daquele tempo, tão longe e tão perto daquele banquinho. O cheiro de verão, o perfume dela se propagando no ar, puxando as vezes que ela dissera que o amava. Pensou em se desculpar, pelas coisas do passado, por não ter dado o mercido valor a ela. E ela vinha se aproximando, mais linda do que nunca. Uma beleza inebriante, não se lembrara de como ela era bonita, como a simetria do rosto e a harmonia eram perfeitas. Seus olhos esmeralda, sua boca carnuda e seu nariz arrebitado, uma pele. Ah, como tinha vontade de reviver tudo! De para-la ali e falar que ainda a amava. Certamente o faria. Enquanto ela se aproximava o coração disparava tão depressa, que podia achar que era um ataque cardiaco, as borboletas divinas tinham se apoderado de sua barriga. Foi então que a linda jovem, deu um sorriso encantador, puro e verdadeiro, seus olhos se encheram de vivacidade. E ela começou a andar mais rápido, passando por ele, ele observava tudo. Quando olha para atrás, preferia não ter olhado. Sua menina, correndo para os braços de outro, com aquele ar apaixonado, aquilo que era dele. Então levantou-se, colocou as mãos no bolso, e deixou cair uma lágrima. Foi ai que percebeu, era tarde demais. Tarde demais. Apenas tarde demais para pedir desculpas.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Misturando
Muitas vezes magoei pessoas sem querer ou até por querer. Tantas vezes quis reviver momentos que de alguma forma não voltam mais, afinal isso é o passado. Encarar de frente significa maturidade. Misturas de sentimentos é o nosso cotidiano, principalmente para mim. O que se passa quando um coração é ferido? quando ele é partido? A magoa se transforma em dor, em raiva logo após e depois talvez, talvez depois em esquecimento. Quem me dera. Amor não se muda, se transforma e chego logo a conclusão que amores serão sempre amaveis! E todo dia, me pego pensando em como seria voltar num certo momento que fizemos algo errado ou até não fizemos nada. Você não pode voltar e mudar o começo, mas pode fazer um novo final, ja pensou nisso? Já pensou que as pessoas perdem tempo demais se martilizando, se culpando por algo que não pode mudar? é o mesmo papo sempre, de todo mundo. Já passou pela sua cabeça aquela frase "não adianta chorar pelo leite derramado"? oque podemos fazer é limpa-lo e arruma-lo de novo, não há como voltar. E encarar o fato como ele é, significa maturidade. Pois é meu caro, o negocio é para de viver nesse comodismo, viva, se beslique, se arrisque, sofra, rie e não, NÃO se martilize, por algo que já foi, e sim se concentre em mudar, arrumar, maquiar, porque na maioria das situações o erro não é inrreversivel, então vamos lá, você tem o dia para reformular um jeito de mudar a situação que não esta favoravel para você, ou se não tiver jeito, apenas esqueça e siga em frente. Afinal são lições aprendidas, e será muito mais díficil te derrubarem depois. E nunca se esquece, que nunca, nunca, nunca, jamais, jamais, jamais, jamais você deve desistir.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Querer.
Quero sangrar. Quero esperniar. Quero me dar motivo pra me machucar, pra chorar e finalmente tirar a angustia que esta tentando ser abafada aqui dentro, mas a cada dia parece gritar mais alto. Quero poder escolher oque eu bem entender, quero cantar, quero gritar. Ahhhh isso eu quero e muito! E bem alto, que todos possam ouvir. Gritar o quanto é duro não poder existir uma maquina do tempo, ou quão rápido o tempo passa.. voltar naquele dia e gritar bem alto, EU TE AMO, quero poder ter essa liberdade de expressão, sair dessa opressão. Quero abraçar. Quero beijar. Quero respirar, sabendo que fiz o melhor de mim, para com tudo. Quero fugir. Quero ficar. Quero comer tudo que vejo e não engordar. Quero gargalhar, e muito, até doer. Quero ver as minhas meninas, cada vez mais lindas. Quero mamãe e papai sempre por perto. Quero que o meu irmão saiba o quanto eu amo ele. Quero sair, mas não sair muito porque dai já é desespero. Quero dançar. Quero a Paula de volta, mas mais ainda quero o tempo passado de volta. Quero parar de me auto-torturar. Quero poder dizer as pessoas que eu amo, que vou ama-las para sempre. Quero que nenhuma pessoa mais no mundo sofra, nem por amor. Quero aprender. Quero brincar. Quero crescer e quero regredir. Quero viver numa turbilhão de coisas avassaladoras. Quero viver, ahh como eu quero! E quero mais que tudo ser feliz.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
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