<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300</id><updated>2011-04-21T21:35:44.970-07:00</updated><title type='text'>"pouco para mim não é suficiente, o suficiente para mim é sempre querer mais"</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-1400296751646568672</id><published>2009-02-15T19:37:00.001-08:00</published><updated>2009-02-15T19:37:49.086-08:00</updated><title type='text'>-</title><content type='html'>Eu nem pertencia a ele. Eu sabia disso, não claramente, não obviamente porque parte do meu corpo gostaria de acreditar do contrario, não existia nenhum motivo pra eu acreditar na parte otimista da historia, eu simplesmente queria acreditar. E eu nem lembrava direito dele, sua voz não ecoava na minha cabeça fazia um bom tempo, não conseguia me lembrar. Apesar de eu não ouvir só há uns dois meses. Era um fato. Cheiro era algo perceptível, volta e meio o sentia. Apesar de eu achar que o amor era algo poderoso em todos os aspectos, e que derrubava tão abruptamente que não desejava senti-lo, talvez eu não sentisse. Talvez eu ainda tivesse procurando algo que nem eu soubesse. Eu só queria saber ou melhor entender como ou quantas vezes um coração podia se dilacerar e continuar batendo, de uma forma fora do normal. Claro, as coisas nunca foram normais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-1400296751646568672?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/1400296751646568672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=1400296751646568672' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1400296751646568672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1400296751646568672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2009/02/blog-post.html' title='-'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-1056281097940356751</id><published>2008-11-06T14:09:00.000-08:00</published><updated>2008-11-06T14:33:37.810-08:00</updated><title type='text'>..</title><content type='html'>A sensação cracia de uma demolição total interna. O chão que antes fazia tanto sentido acaba-se assim por não fazer mais. Os conceitos básicos, as bases sumiram. O pensamento voa longe e ao mesmo tempo não sai do chão. Dizem por aí, que o esquecimento é o que nos traz sabedoria, o que nos faz aprender. Mas eu me recuso a esquecer, os tempos passados tão presentes. A situação virou tão estaparfurdia que os meus sentimentos se misturaram tanto, até o ponto de não der para separa-los. Fico aqui a pensar se as vezes as nossas vivencias não são um acumulo de mentiras, tão bem armadas, fiapo por fiapo, que não a percebemos. Não consigo encarar, superar o fato em questão, é preciso esquecer. Eu sei. Mas as vezes estamos tão ligados naquela situação confortavel, na imagem de segurança que aquilo nos tráz que simplesmente não podemos deixa-la pra trás, não conseguimos, requer muito esforço, por mais que a situação já deixou clara, bem clara, que é o fim. Não dá. Lágrimas já não são propicias, não se deixam cair. Secaram. A decepção é o que mais me atormenta, a decepção comigo, contigo e com quem mais for. A vontade continua de deitar e dormir por um bom tempo, é o que mais fica perto de mim por agora. Esquecer é tão díficil. Não estou dizendo que quero voltar pra aquela situação tão confortavel mas também tão arrasadora, que só te faz sofrer. Talvez eu não quisesse ouvir aquelas palavras que demoliram, aquilo que já estava por um fio, a esperança. Cada um escolhe o tanto de verdade que pode suportar, eu sei, mas as vezes a verdade dói, de uma maneira incontestavel. Coisas mudam, pessoas mudam, sentimentos se transformam, e aquilo que era bonito se quebra rápido demais. O doce se torna o amargo e assim começo acreditar que estou me libertando. Saudades vai deixar, mas melhor a saudade agora do que o arrependimento depois. Paro até para pensar oque eu quero agora, me dei a esse luxo, ve se pode? Acho que cansei de sofrer e resolvi que o que quero pra mim é algo muito além disso, eu sei que posso mais. É díficil depois de anos de prática de auto torturamento com garotos inconsequentes que a única coisa que sabem fazer é isso, não ouvir, não tentar melhorar, é isso ou não é. Não importa o quanto magoe. Mas agora a ficha ta caindo, graças a deus. Me dei ao luxo de achar que posso ser feliz, sem essas peculiaridades de cada garoto que passa pela minha vida. Não preciso me perder pra me achar e sim me aproximar de mim, para me achar. Consigo perceber claramente agora, que eu preciso de um HOMEM e não de uma CRIANÇA que se acha o máximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-1056281097940356751?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/1056281097940356751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=1056281097940356751' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1056281097940356751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1056281097940356751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/11/blog-post.html' title='..'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-2881378679918781346</id><published>2008-10-07T10:44:00.000-07:00</published><updated>2008-10-07T12:13:04.904-07:00</updated><title type='text'>hmm</title><content type='html'>- Acorde Lise. disse sua mãe, abrindo a janela.&lt;br /&gt;Lise olhou para cima e viu o céu, que estava azul, azul límpido, bebê, com poucas nuvens mas, que pareciam algodões doces, com suas formas e tamanhos, dava vontade de comer. Que dia magnífico pensou, vai ser bom! Isso seria se quando sentasse em sua cama, não viesse um balde de água fria por cima dela. Olhou para o relógio, marcava oito e quinze. Oito e quinze, e a aula? será que me deixaram faltar ou simplesmente esqueceram? mas o som da voz de sua mãe, estava meio apavorada, meio chorona para ser algo do tipo, de repente percebeu a mala em cima de sua escrivaninha.. que diab.. é isso? é março! A menina congelou, algo aconteceu, algo aconteceu. Era só isso que a cabeça dela conseguia pensar.&lt;br /&gt;- Mamãe?&lt;br /&gt;- Sim Lise ?&lt;br /&gt;- O que é tudo isso? malas? horas? e essa cara de choro? mamãe oque houve?&lt;br /&gt;- Lise, voce.. precisa.. se arrumar.. rápido. Uma pausa, uma respiração pesada, uma lágrima caindo, era assim que se encontrava a senhora Vitória. - Vamos viajar.. temos que ir.. a um enterro.&lt;br /&gt;- Enterro mamãe? como assim?&lt;br /&gt;Nesse momento, lise já estava lacrimejando, esperando não ser o que passou pela sua mente. Por favor, diga que não é isso mamãe, diga vamos.&lt;br /&gt;- Querida.. não sei.. como te falar isso.. aconteceu ontem a noite.. por volta da uma da manhã.. seu vô faleceu. E Vitória abraçou-a, forte, derramando lágrimas e mais lágrimas. - Por favor minha filha, ande depressa, vamos viajar. E saiu do quarto.&lt;br /&gt;Não podia acreditar no que ouvira, como isso aconteceu? como? as lágrimas ia rolando e seu estado de choque ia aumentando, não, não aconteceu. Se negava a acreditar, ah vovô! você não fez isso comigo, e nossos dias andando pelas ruas como você queria? afinal era pra isso que não querias a cadeira de rodas? Lembrou-se, do dia que o visitara no hospital que ele falou: Você esta cada dia mais linda Lise! ah, e agora? como pudera ter a abandonado assim? Mas ele sabia. Ele sabia.&lt;br /&gt;Não demorou muito estava no carro, indo para o enterro, quando pisou para fora, já era noitinha fazia frio, batia vento, limpando o rosto macio dela. Talvez seja vovô, pensou. Passou a noite a velar, andando, sentada no banco da praça, perplexa, chegou perto do corpo, não pôde acreditar! não pôde, pensava só em vovô, acorde, eu estou aqui, eu estou aqui! te perdôo por essa brincandeira sem graça, mas acorde, se mexa, por favor, só por um instante, só pra me mostrar que você tá aqui. E as lágrimas rolavam, sua cabeça latejava e seu estômago ficou cada vez mais embrulhado. Ele estava tão lindo e tão perfeitamente colocado naquele terno azul! Só faltava abrir os olhos, certamente combinaria com o seu terno, pensava. Ah, aqueles olhos azuis, tão visivelmente amigáveis e feliz quando ela chegava por perto, aqueles olhos tão profundos de tantos anos vividos! Nunca mais iria vê-los. Ande vovô, acorde. Por favor. Mamãe a levou para se deitar um pouco, relutou, ficou pensando na visão do seu herói, das vezes que o visitara e ele comprava chocolates, pastéis, coca-cola, sempre querendo agradar. E acabou adormecendo com suas idéias e seus sonhos. Acordou em duas horas, foi correndo para sala vê-lo, e ele ainda estava lá. Imóvel. Foi até perto dele e falou no seu ouvido: - Não se preocupe vovô, não vou deixar te fecharem, eu sei que você vai acordar. Quando foram fechar o caixão a menina se agarrou no corpo, agora já não tão quente, segurou sua mão, as lágrimas iam caindo, e falava baixinho: - vovô acorde, por favor, vamos, quero ver seus olhos alegres, só mais uma vez, por favor vovô. E nada, nem um movimento, nada. Chegou baixinho do ouvido dele e falou: - Prometo que vou andar por onde você quiser vovô, e imploro pra vovó não brigar contigo, por essa travessurinha, ande vovô acorde. Eu te amo, você sabe disso, não sabe? Mesmo assim, não aconteceu nada, além de um vento mais forte, será um sinal? a menina não conseguia parar de chorar, e começou a ficar alto, não podia acreditar. Simplesmente não podia. Então foram levando para enterrar, e ela pensava: - Vai ser uma reviravolta, ele vai acordar de ultima hora, tenho certeza disso. E então ficou esperando e nada, nem um sinal, ele não acordou. Nunca acordaria, dormiria para sempre e ela percebeu isso no momento em que estava vendo o coveiro jogar terra em cima, o desespero a bateu, mas uma voz de leve disse a ela: - Ele nunca irá embora Lise, estará sempre contigo, por perto te velando. Acredite nisso. Com certeza ele estaria, ela pensou. Ela nunca o deixaria ir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-2881378679918781346?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/2881378679918781346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=2881378679918781346' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/2881378679918781346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/2881378679918781346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/10/hmm.html' title='hmm'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-5539039249923049168</id><published>2008-10-06T12:22:00.000-07:00</published><updated>2008-10-06T12:36:41.788-07:00</updated><title type='text'>verão</title><content type='html'>Era verão, dias quentes, transbordando paixão. Finzinho de tarde a beira-mar, uma brisa leve, refrescando-o. E lá estava, sentado, pensando em como sua vida mudará em tão pouco tempo. Quando observara uma menina, magra, cabelos lisos, morena, de olhos tão penetrantes e tão verdes que seria quase incompreensivel se ele não se lembrasse dela. A sua menina. De algum tempo atrás, mas que fora sua. Vindo com todo aquele charme encatador, sem nem saber oque causava nas pessoas. Seu sorvete, derrentendo, e seu riso de menininha de quatro anos. Com certeza era ela. Ela. Então sua cabeça começa com seus devaneios, com lembranças daquele tempo, tão longe e tão perto daquele banquinho. O cheiro de verão, o perfume dela se propagando no ar, puxando as vezes que ela dissera que o amava. Pensou em se desculpar, pelas coisas do passado, por não ter dado o mercido valor a ela. E ela vinha se aproximando, mais linda do que nunca. Uma beleza inebriante, não se lembrara de como ela era bonita, como a simetria do rosto e a harmonia eram perfeitas. Seus olhos esmeralda, sua boca carnuda e seu nariz arrebitado, uma pele. Ah, como tinha vontade de reviver tudo! De para-la ali e falar que ainda a amava. Certamente o faria. Enquanto ela se aproximava o coração disparava tão depressa, que podia achar que era um ataque cardiaco, as borboletas divinas tinham se apoderado de sua barriga. Foi então que a linda jovem, deu um sorriso encantador, puro e verdadeiro, seus olhos se encheram de vivacidade. E ela começou a andar mais rápido, passando por ele, ele observava tudo. Quando olha para atrás, preferia não ter olhado. Sua menina, correndo para os braços de outro, com aquele ar apaixonado, aquilo que era dele. Então levantou-se, colocou as mãos no bolso, e deixou cair uma lágrima. Foi ai que percebeu, era tarde demais. Tarde demais. Apenas tarde demais para pedir desculpas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-5539039249923049168?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/5539039249923049168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=5539039249923049168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/5539039249923049168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/5539039249923049168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/10/vero.html' title='verão'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-1678510427063798937</id><published>2008-08-29T21:01:00.000-07:00</published><updated>2008-08-29T21:13:01.543-07:00</updated><title type='text'>Misturando</title><content type='html'>Muitas vezes magoei pessoas sem querer ou até por querer. Tantas vezes quis reviver momentos que de alguma forma não voltam mais, afinal isso é o passado. Encarar de frente significa maturidade. Misturas de sentimentos é o nosso cotidiano, principalmente para mim. O que se passa quando um coração é ferido? quando ele é partido? A magoa se transforma em dor, em raiva logo após e depois talvez, talvez depois em esquecimento. Quem me dera. Amor não se muda, se transforma e chego logo a conclusão que amores serão sempre amaveis! E todo dia, me pego pensando em como seria voltar num certo momento que fizemos algo errado ou até não fizemos nada. Você não pode voltar e mudar o começo, mas pode fazer um novo final, ja pensou nisso? Já pensou que as pessoas perdem tempo demais se martilizando, se culpando por algo que não pode mudar? é o mesmo papo sempre, de todo mundo. Já passou pela sua cabeça aquela frase "não adianta chorar pelo leite derramado"? oque podemos fazer é limpa-lo e arruma-lo de novo, não há como voltar. E encarar o fato como ele é, significa maturidade. Pois é meu caro, o negocio é para de viver nesse comodismo, viva, se beslique, se arrisque, sofra, rie e não, NÃO se martilize, por algo que já foi, e sim se concentre em mudar, arrumar, maquiar, porque na maioria das situações o erro não é inrreversivel, então vamos lá, você tem o dia para reformular um jeito de mudar a situação que não esta favoravel para você, ou se não tiver jeito, apenas esqueça e siga em frente. Afinal são lições aprendidas, e será muito mais díficil te derrubarem depois. E nunca se esquece, que nunca, nunca, nunca, jamais, jamais, jamais, jamais você deve desistir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-1678510427063798937?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/1678510427063798937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=1678510427063798937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1678510427063798937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1678510427063798937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/08/misturando.html' title='Misturando'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-6470074154294779358</id><published>2008-08-19T15:35:00.000-07:00</published><updated>2008-08-19T15:47:37.571-07:00</updated><title type='text'>Querer.</title><content type='html'>Quero sangrar. Quero esperniar. Quero me dar motivo pra me machucar, pra chorar e finalmente tirar a angustia que esta tentando ser abafada aqui dentro, mas a cada dia parece gritar mais alto. Quero poder escolher oque eu bem entender, quero cantar, quero gritar. Ahhhh isso eu quero e muito! E bem alto, que todos possam ouvir. Gritar o quanto é duro não poder existir uma maquina do tempo, ou quão rápido o tempo passa.. voltar naquele dia e gritar bem alto, EU TE AMO, quero poder ter essa liberdade de expressão, sair dessa opressão. Quero abraçar. Quero beijar. Quero respirar, sabendo que fiz o melhor de mim, para com tudo. Quero fugir. Quero ficar. Quero comer tudo que vejo e não engordar. Quero gargalhar, e muito, até doer. Quero ver as minhas meninas, cada vez mais lindas. Quero mamãe e papai sempre por perto. Quero que o meu irmão saiba o quanto eu amo ele. Quero sair, mas não sair muito porque dai já é desespero. Quero dançar. Quero a Paula de volta, mas mais ainda quero o tempo passado de volta. Quero parar de me auto-torturar. Quero poder dizer as pessoas que eu amo, que vou ama-las para sempre. Quero que nenhuma pessoa mais no mundo sofra, nem por amor. Quero aprender. Quero brincar. Quero crescer e quero regredir. Quero viver numa turbilhão de coisas avassaladoras. Quero viver, ahh como eu quero! E quero mais que tudo ser feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-6470074154294779358?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/6470074154294779358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=6470074154294779358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/6470074154294779358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/6470074154294779358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/08/querer.html' title='Querer.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-140288618424526489</id><published>2008-08-18T16:10:00.000-07:00</published><updated>2008-08-18T17:01:05.593-07:00</updated><title type='text'>Amor.</title><content type='html'>"cuide bem do seu amor, seja quem for.."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-140288618424526489?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/140288618424526489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=140288618424526489' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/140288618424526489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/140288618424526489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/08/amor.html' title='Amor.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-7709971017743352955</id><published>2008-08-03T12:15:00.000-07:00</published><updated>2008-08-03T12:38:50.322-07:00</updated><title type='text'>Alivio</title><content type='html'>Mudanças. Cedo ou tarde acontecem, vivemos num mundo que a cada fração de segundos muda, muda conceitos, valores, idéias, ideais, cabelo, rosto, amigos, tudo. Uma transformação é nisto que estamos presos, nós nos prendemos as mudanças querendo ou não, acabamos esquecendo aquela época antiga que parece tão distante, mas tão perto de você. Veja bem, você esta aqui na frente da minha casa, tentando se desculpar, tentando me mostrar que estou errada, esquecendo de ver quem você se tornou com o passar do tempo. Dizendo para mim o quanto eu sou boba em te mandar pra fora, em querer finalmente ter a minha sonhada felicidade, mas não, dessa vez não há choro que me empeça de viver oque eu quero viver, de sentir. Esse prédio, essas escadas, esse piso, eu sempre amei isso. Tão aconchegante e tão frio ao mesmo tempo, onde sempre discutiamos e depois nos ajeitavamos no quarto fazendo as pazes. Ah, esse prédio.. é oque me motivava a ficar, oque me dava força, os momento passados, que andamos esquecendo depois de tantas brigas, porque é nisto que nosso grande amor se tornou, uma enxurrada de brigas a todo instante e nem mais esse prédio me prende aqui, depois de você ter modificado todo ele, até ele, voce quis mudar. Até ele. E agora me pego olhando neste espelho, a única coisa reconhecida aqui, não sabendo quem eu sou, o quanto de mim fui perdendo nesse nosso amor maluco e incosequente, será que nossa ligação é tão fragil assim? essa magoa, esse rancor, esses choros constantes, isso é o amor? porque se for, não quero mais senti-lo. Odeio. Odeio o modo como gosta de falar nesse tom impetuoso e arrogante de ser, de como quer mandar em tudo que eu faço. Achando-se dono da verdade, mas quem é dono da verdade continua não sendo dono de ninguém. Sempre cometendo os mesmos erros, por mais que a gente tente, todos sabemos, não dá mais. Não dá. Até o cara que me vê comprando pão sabe que não dá mais. Então porque é dificil? Se a razão sabe que não, mas o coração diz que sim.. oque posso fazer? Talvez um pouco de razão nesse amor seria bom. É acolhedor saber que vou continuar comigo, COMIGO de verdade. Você aqui falando todas essas besteiras pra me fazer ficar, pedindo uma chance, outra? outra chance. Das milhares que já foram esgotadas. Mesmo erro, mesma chance. Não, dessa vez não. Decedi-me que esta na hora de ser amada de verdade, de corpo inteiro. Tava tão fácil me ganhar mais, era só dar um paparico, depois dessa cara inchada de choro. Tava. Tempo passado, agora dei pra achar que posso ser amada. E é nisso que esta indo minhas concentrações, então nosso amor chegou ao fim, deu. Deixando você ir, estou me amando. Pensei. Ah, como se fosse fácil, me amar depois de tanto tempo TE amando. Não adianta, já estou saindo porta fora, pode ficar com esse prédio, essas coisas, essas lembranças. Eu não as quero, quero oque foi bom comigo. E assim saio para fora, um sol ardente como há muito tempo não via, se irradiando. É a hora da virada. Penso. E assim eu sigo pela rua, sem amor, sem amigos, sem nada. Deixando tudo que já foi meu, por lembranças, para trás. E aí esta aquele sorriso maravilhoso depois de um choro, ai esta: o alivio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-7709971017743352955?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/7709971017743352955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=7709971017743352955' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/7709971017743352955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/7709971017743352955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/08/alivio.html' title='Alivio'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-4649459766550667983</id><published>2008-07-15T16:09:00.000-07:00</published><updated>2008-07-15T16:25:54.683-07:00</updated><title type='text'>Define like.</title><content type='html'>A idéia fugaz, a incerteza das coisas. O tempo mais uma vez vem me mostrando quem é quem. Dói ver que se tem que abandonar coisas que para você é importante e pro outro não. O tal do sentimento, sempre batendo a nossa porta, tendo ou não vontade ele vem. Vêm num estardalhaço, derrubando tudo, mudando pensamentos, valores e rachando sua barreira de amor próprio. E mais uma vez eu peço, defina gostar. Defina qual é a razão desse sentimento que ultimamente, mais eu pareço um saco de pancada para um boxeador qualquer, que nem eu mesma sei se vale tal esforço. Mas como já é de costume, sempre se tem um culpado, um culpado para tal situação e nunca pode ser você não é mesmo? Então se você tem algum problema, você pode me culpar, como sempre foi e como sempre vai continuar sendo. Nada como um dia após o outro, mostrando-me que a ligação, o elo, vem se quebrando.. Não digo o sentimento, só o elo. O ato de se apegar fica indiferente, fica como se fosse um amor platônico, um amor distante. Que vem só nos dias de nostalgia, lembrando aquele tempo, aquele momento e aquele lugar, que por incrível  que pareça trás a saudade, daquela época vivida que podíamos chamar de felicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-4649459766550667983?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/4649459766550667983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=4649459766550667983' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/4649459766550667983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/4649459766550667983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/07/define-like.html' title='Define like.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-5421905509362996229</id><published>2008-07-08T16:44:00.000-07:00</published><updated>2008-07-08T16:59:13.726-07:00</updated><title type='text'>Mudanças.</title><content type='html'>Estou numa busca continua da felicidade. Claro, todos nos estamos. Mas decidi que a felicidade, vem com o "liberar". Temos que buscar a nossa, eu digo NOSSA, paz interna, antes de querer a felicidade ou buscá-la em outra pessoa. Porque meu caro, eu te digo você não vai achá-la. Com o tempo comecei a compreender que eu estava fazendo tudo errado. Tendo amigos errados, aceitando coisas erradas, sempre querendo dar o melhor de mim para alguém que simplesmente não valorizava isso, e aí eu me depreciava. Erro meu, em pensar que eu preciso me abandonar para ser feliz, é justamente ao contrario eu preciso me achar pra ser feliz, achar a minha essência. E é isso que estou fazendo, jogando fora tudo que não presta. Amigos, manias, pensamentos, amores, tudo. É uma escolha difícil algumas pessoas se acostumam com o que tem, mudar, nem que seja o lugar da sua cama pra dormir é difícil, mas como eu disse eu não me contento com o pouco, quero sempre mais. E agora nesse momento, eu quero aquela paz interna que logo atrás vem à felicidade, mas eu quero a minha felicidade primeiro, depois a felicidade em conjunto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-5421905509362996229?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/5421905509362996229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=5421905509362996229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/5421905509362996229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/5421905509362996229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/07/estou-numa-busca-continua-da-felicidade.html' title='Mudanças.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-1752211917764748751</id><published>2008-07-04T13:14:00.000-07:00</published><updated>2008-07-04T13:34:36.344-07:00</updated><title type='text'>aproveitando o tempo livre.</title><content type='html'>Sentada na grama, lendo um pouco, sentindo o sol bater no rosto mostrando a vivacidade do momento. De repente vem um cheiro, um cheiro familiar, agradável. Fecho os olhos para aprecia-lo melhor e sinto ele entrar nos meus pulmões com esse ar, refresqueador, um ar e um cheiro que mais são sinonimos de saudades batendo na minha porta. Com os olhos fechados, a minha mente vai liberando imagens, imagens que são recordaçõe. Recordações daquelas belas tardes e noites desperdiçadas na primavera, a emoção aflorada e o sentimento de "borboletas no estomago" como poderia esquecer? esquecer não é fácil, nunca foi. Se livrar de algo que é propriamente seu, porque apesar de não estar mais naquele momento, naquele lugar, com aquelas pessoas, a recordação continua sendo sua. Saudade todos nós a sentimos, sentimos falta de algo ou de alguém e aí vem as recordações e aquele sentimento nostalgico se resume a saudade, daqueles momentos não tão perto como você gostaria. Presencia-los foi e continua sendo fascinante para mim. Existe a saudade ruim, aquela que te fazer ter receios, culpas e o pior, o rancor. Mas não podemos nos esquecer da saudade boa, que faz você abrir um sorriso de orelha a orelha, derrubando lágrimas de saudades apenas. Ás vezes eu me canso de sentir falta, mas por incrivel que pareça essas recordações ainda estão tão próximas e ligadas a mim, que eu sinto como o se o momento ainda não tivesse passado, como se eu estivesse vivendo aquele momento "kodak". Pessoas, sentimentos, cabeças mudam. Oque não muda é a recordação que temos de cada pessoa, cada coisa, de cada lugar, isso como eu já disse é seu. só seu e intransferivel. É algo que te faz ver a onde talvez você e errou e te ajudar a crescer, a ter um passado, uma identidade. Sempre teremos saudades de algo ou de alguém, ás vezes uma saudade incuravel de pessoas que não podemos mais desfrutar momentos não por vontade própria, mas por elas terem falecido. E essa sim é a saudade que mais dói. A vida não é só saudade, não vivemos para sermos nostalgicos o tempo todo, não estou dizendo isso, estou dizendo que é bom ter essas recordações de pessoas que amamos e que nos perdemos dela ou dela de nos, coisas que foram substituidas por outras e que mesmo assim insistimos com a falta. Recordar é bom, todo mundo gosta. O que não podemos fazer é viver num mundo de nostalgia e esquecer que aquelas pessoas, aquelas coisas e aqueles sentimentos se foram, abrindo espaço para novas pessoas, novas coisas e novos sentimentos. Claro que as vezes gostariamos de voltar para aquela época que era tão boa e tão calma, mas o tempo vai te mostrar sempre que cada vez podemos melhorar e transformar situações atuais em coisas boas, mesmo sendo ruins. Viver é uma arte, uma luta diária, mas que vale a pena ser vivida, com uma pitade de realidade, nostalgia e sonhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-1752211917764748751?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/1752211917764748751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=1752211917764748751' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1752211917764748751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/1752211917764748751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/07/aproveitando-o-tempo-livre.html' title='aproveitando o tempo livre.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-8499737462909598941</id><published>2008-07-03T19:53:00.000-07:00</published><updated>2008-07-03T20:16:50.370-07:00</updated><title type='text'>Manda-chuvas.</title><content type='html'>Hipocrisia, oque seria um ser humano hipócrita? Existem várias fatores para chegar a esse resultado. O que pode ser hipócrita para um pode ser importante para outro. A chateação que algumas regras impostas pela sociedade, ou seja, os manda-chuvas dela, ás vezes podem desencadear uma revolta, uma revolta geral, um exemplo é as cotas. Outro dia, meu professor de sociologia levantou a questão das cotas, a maioria da sala achou que as cotas eram injusta, mas meu professor como tem que avaliar ambos os lados, defendeu as cotas falando-nos: “veja bem, eles se sentem inferiorizados mentalmente e financeiramente”. E aí eu penso, como eu com apenas 16 anos poderia ter alguma coisa haver com tal acontecimento? Não é minha culpa, ter nascido numa família mais abastada que algumas, tendo um conhecimento maior pelos recursos que o dinheiro oferece, me trazendo uma ótima escola. Paro para pensar. Cotas, as cotas sim os tornam inferiores. Quando todos competimos de igual para igual, digo com a mesma porcentagem de chances que a universidade nos coloca, estamos numa luta justa, saudável, mas quando colocamos as cotas, mostramos que eles não podem assim concorrer conosco, que são de outra espécie, assim podemos dizer. Mas o problema não é meu, não teu e não é nosso. O problema é dos manda-chuvas, que hajem assim como hipócritas, resolvendo apenas tentar amenizar o problema, tapar o sol com a peneira mas popularmente falando. A capacidade deles de não perceberem que o problema esta nas escolas publicas, no dinheiro mal investido com coisas desnecessárias ou até mesmo o desvio de verbas com a corrupção é demasiadamente vergonhoso. Daí querem tirar, “fabricar” um pais de primeiro mundo, com tantas palhaçadas que observamos diariamente, é só ligar o jornal. Com isso nos resignamos apenas como um pais de terceiro mundo que tem uma floresta, que trás muitos recursos medicinais para o mundo. É nisso que nos resumimos, ou o pais do futebol e da mulher com uma bunda estrondosa que podemos chamar como “A MULHER MELÂNCIA”. Aí eu me pergunto, se nós simples estudantes que éramos para ser o futuro da pátria, sermos pessoas com conteúdo, conhecimento e principalmente discernimento que também viemos aprendendo em cada escolha de nossa vida, com o certo e o errado. Nós brasileiros não somos bundas, samba, futebol e nem mesmo uma floresta, somos assim podemos dizer, pessoas com seus valores, seus problemas, seus buracos que são demasiadamente grandes mas que podemos ainda resolve-los se existirem ainda pessoas com esse tal discernimento. A generalização nos torna hipócritas, as pessoas acharem bonito ou até mesmo se contentarem com tais acontecimentos, são hipócritas. Todos somos para ser mais realista. Meu vô me disse uma vez, “ o povo está muito acomodado, dão uma cesta básica e esta tudo bem, na minha época ou até alguns anos atrás íamos paras ruas, gritar nossos direitos” e hoje me pego pensando nessa frase, o povo esta realmente acomodados, as pessoas nem os direitos básicos para a sobrevivência tem, o índice da população aumentando e com isso gerando desemprego e falta de moradia. Agora o governo mais uma vez agiu hipocritamente dando o bolsa família, bolsas, bolsas e mais bolsas.. se ainda fossem prada ou gucci!! para que meus caros? Para tapar os buracos de novo. E é nisso que o nosso querido e tão amado Brasil vem se tornando, uma nação que mais parece um circo do que algo que mereça tais palavras. Mas como tanto dizem, somos brasileiros e não desistimos nunca e ainda sonhamos com o tão sonhado pais de primeiro mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-8499737462909598941?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/8499737462909598941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=8499737462909598941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/8499737462909598941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/8499737462909598941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/07/manda-chuvas.html' title='Manda-chuvas.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-7756478780752204320</id><published>2008-07-02T11:35:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T13:15:15.122-07:00</updated><title type='text'>tropeços ensinam.</title><content type='html'>Caminhando pelas ruas sem rumo, sem amor e sem amigos. Com a idéia fixa da culpa, coroendo o psicologico inteiro. De repente uma luz irradia e vai iluminando cada parte, cada lugar obscuro do meu corpo, lugares inabitáveis assim podemos dizer, essa luz definitivamente não é a do além ou coisa parecida, que vem logo em seguida de um carro. É a luz, mais bonita e inebriante que se tem, a do sol. Batendo nos meus olhos, mostrando que a vida é agora. Olho para meu lado, observo pessoas correndo, lojas, e de repente me deparo com o mar, aquele oceano imenso refletindo o sol, me traz a paz. A tão sonhada paz, paz interior. Não sou culpada, penso. Como poderia ser? Não existe culpados, não existe culpa. Existe uma história mal resolvida que por mais que tentamos resolve-la, não há solução, uma história que o tempo é o que determina ela. Fiz oque pude, penso. Falei oque devia, oque sentia, por mais tarde que fosse, eu falei. Fui esnobada, abandona e no meu peito foi cravada uma faca, que por mais que eu tentasse retira-la ela permanecia ali, imovel. Mas a culpa não é oque me cabe, culpados são aqueles que agem como mediocres evitando ir de encontro com suas emoções, seus medos. Eu fui uma vencedora, apesar de não ter ganhado nada, além do meu próprio sofrimento. A culpa, é algo para me depreciar. Não importa quanta culpa eu tenha guardada aqui no meu peito, tentando achar aquelas razões lógicas para ter ocorrido isso comigo, mas que de fato não existe. Oque vai existir é somente a culpa e com ela, eu não ganho nada. Não se dá para voltar no tempo e mudar os fatos. Os fatos são como são, não adiante se culpar depois do ocorrido é só uma maneira de se punir. Uma punição por algo que eu não tenho culpa, diga-se de passagem. Agora eu consigo compreender o sentido da frase "um tropeço ensina mais que um sucesso", ficou tudo tão claro de uma hora para a outra, o sofrimento existente em mim, é talvez o sentimento que eu estava precisando, talvez. Me mostrando que logo atrás do sofrimento, vem o amadurecimento, o crescimento, que só assim um ser humano pode atingi-lo. Esse fato me ensinou muito, não da maneira que todos gostamos de viver ou aprender, não foi das melhores possiveis, mas o importante é que eu senti. Ah, disso tudo eu me orgulho e apesar de agora já ter conseguido tirar a faca, existe ainda uma ferida, curavel mas que exigirá um tempo para tal. O tempo como eu disse meus caros, é o determinante de tudo. Pouco a pouco começou uma reconstrução aqui dentro, mas não estou com pressa. A pressa é inimiga da perfeição e tenho tempo de sobra não é mesmo? um tempo para mim, um tempo para um recomeço de vida e não importa oque possa acontecer daqui por diante, eu sei, olhando para mim agora, que tudo vai ficar bem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-7756478780752204320?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/7756478780752204320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=7756478780752204320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/7756478780752204320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/7756478780752204320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/07/tropeos-ensinam.html' title='tropeços ensinam.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-3636672914980054971</id><published>2008-06-29T09:45:00.001-07:00</published><updated>2008-07-02T13:17:47.502-07:00</updated><title type='text'>surpresa.</title><content type='html'>Não devia ser assim. Não mesmo. Os meus traços no espelho, refletindo oque eu tento evitar, ali claramente visivel. O rosto cansado, cabelos bagunçados e a maquiagem desfeita, depois de longas lágrimas. O pensamento quase que fugindo da mente, querendo evitar a verdade. O desmazelo com minha própria aparencia que mais é um reflexo da minha alma que vem pouco a pouco se quebrando em mil pedaços. Dói, dói muito. Ali ou aqui, acabo mesmo de perceber, o quanto eu me deixei pra trás. Os sonhos que abandonei, por pura opressão, aquela garota viva, alegre. Se perdendo aos poucos. Páro um pouco. Me observando nesse espelho que é mais um tormento para mim, não conseguindo saber quem é essa garota que esta refletindo nele. E ali quase que invisivel uma lágrima, no canto do olho. Parada, secada, que custa a sair. Os labios vermelhos tão inchados e ardentes, me fazem lembrar dos beijos ardentes, daquelas tardes tão longe ou tão perto de mim, que eu costumava a ser eu mesma. Mas agora não era pelos beijos esse estado, era por lágrimas, lágrimas longas, que mesmo sem esforço continua caindo. Por fora e por dentro. Lágrimas essas que custam a secar, lágrimas que antigamente eram por felicidade, agora me contento a dizer que são por infelicidade. Como consegui transformar-me numa pessoa tão vazia, tão insensível e sem aquilo que as pessoas chamam de amor próprio. Porque é isso que esta doendo aqui dentro, eu observando minha chama interior ir esfriando, até o ponto que não possa reconhece-la. E para minha surpresa, depois de tantas lágrimas aquele ali no canto do olho, ainda esta presa, intacta, não querendo sair. Assim como o meu amor próprio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-3636672914980054971?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/3636672914980054971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=3636672914980054971' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/3636672914980054971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/3636672914980054971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/06/surpresa.html' title='surpresa.'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8550695193753575300.post-8204606076231636767</id><published>2008-06-28T17:53:00.000-07:00</published><updated>2008-06-28T18:12:48.523-07:00</updated><title type='text'>escape</title><content type='html'>Nunca fui do tipo de garota que se contenta com o pouco. O pouco pra mim não é suficiente, o suficiente pra mim é sempre querer mais. Uma pessoa que preza pela emoção. Oque tiver emoção, poderiamos escrever que eu já estaria lá, vida a dois, nunca foi meu forte.. como seria? ficar presa à alguém dificulta e muito a minha vida por essa poderia dizer, bandida.&lt;br /&gt;Não sei como eu poderia começar a retratar o ano de 2007 pra mim, um ano de muitas surpresas e sentimentos aflorados! Depois de muitas insistidas finalmente tive um relacionamento que podemos dizer, foi sério. Que como sempre, com os meus instintos de querer mais, de achar que aquilo já estava na rotina, rotina é para fracos dizia-me. Terminei. Um ato que me acarretou grandes aprendizados no quesito relação a dois. Tal que o primeiro foi a não me relacionar, pra que desperdiçar meu tempo com uma pessoa que provavelmente no fim me aborreceria? Pois é, estranho para uma pessoa que gosta de emoçoes logo pensar no fim, mas em relacionamentos para mim, toda a prevenção é pouco e num dia, de primavera como todos os outros, no mesmo colégio que afinal era uma das minhas únicas rotinas, eu vi. O cara. Nossa como eu poderia dizer isso? Mas simplesmente aquele cara, me chamou atenção. Um sorriso tão perfeito que eu propriamente não teria como descrever oque eu senti, um olhar adocicado, mas meio revoltado.. e depois disso não demorou muito tempo para estarmos nos falando, e eu definitivamente gostei dele desde o ínicio. Então em outubro, acabamos ficando e ai surgiu uma séria de acontecimentos catastroficos para as minhas filosofias de vida. Um amor que eu mal podia imaginar que poderia sentir. E para a minha surpresa aconteceu com os dois. Oque todo mundo procurava, estava ali na minha frente, metaforicamente falando.. E oque já não era de se esperar.. Depois de estar totalmente apaixonada, me deu medo, medo do sentimento, medo do termino.. e resolvi (assim podemos dizer) antecipar esse sofrimento todo, por qual motivo? O medo. No final das contas, vim percebendo por mim.. que eu resolvo sair do jogo, antes de terminar. Porque assim, percebo que nao posso perder. Um equivoco que venho tentando pouco a pouco controlar, ou até mesmo tentando voltar a ser aquela mesma Pequena Garota de anos atrás que se perdeu por algum motivo, mas que esta comigo o tempo todo.. só precisando de um escape.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8550695193753575300-8204606076231636767?l=gabrielakern.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gabrielakern.blogspot.com/feeds/8204606076231636767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8550695193753575300&amp;postID=8204606076231636767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/8204606076231636767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8550695193753575300/posts/default/8204606076231636767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gabrielakern.blogspot.com/2008/06/escape.html' title='escape'/><author><name>Gabriela Kern</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00347016998538482538</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_XgG675tFWdQ/SH00b3--dQI/AAAAAAAAAAU/IzubOAwYSsg/S220/I.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
